Os cupins são pragas urbanas que se alimentam de celulose e causam grandes prejuízos aos móveis e estruturas de alvenaria. As espécies mais comuns no Brasil são o cupim de madeira seca, o cupim subterrâneo (ou de solo) e o cupim arborícola.
1. Cupim de Madeira Seca (Cryptotermes brevis)
Esta espécie vive diretamente dentro das peças de madeira, que possuem baixa umidade (como móveis, portas, rodapés e telhados).
Sinais de infestação: Acúmulo de pequenos grãos ou pó fino (que são suas fezes) perto ou sobre a madeira infestada.
Ataque: É lento e destrói o interior da madeira, deixando apenas uma fina casca por fora.
2. Cupim Subterrâneo (Coptotermes gestroi)
Considerada a espécie mais agressiva e voraz, vive em colônias gigantescas no solo e constrói túneis de terra para chegar à madeira dentro das construções.
Sinais de infestação: Túneis de lama nas paredes e estruturas, e umidade perto das infestações.
Ataque: Podem subir por fundações e paredes de edifícios, atacando severamente vigas, pisos e comprometendo a estrutura do imóvel.
3. Cupim Arborícola (Nasutitermes corniger)
Como o nome indica, constroem ninhos (cupinzeiros) visíveis em troncos de árvores ou em postes, mas podem estender seus túneis em direção a residências próximas.
Sinais de infestação: Estruturas escuras e arredondadas (“casas de cupim”) presas nas copas ou galhos das árvores.
Como identificar revoadas (Aleluias ou Siriris)
Na primavera ou épocas mais quentes, os cupins reprodutores criam asas e deixam a colônia para acasalar e formar novos ninhos. Se você encontrar essas asas pela casa, é um sinal de alerta de que há uma colônia nas proximidades.



